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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a tua vida

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a tua vida.
Um dia, quando os funcionários chegaram ao trabalho, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
“Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a tua vida na Empresa. Estás convidado para o funeral ”.
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava a atrapalhar a sua vida e atrapalhava o seu crescimento na empresa. A agitação no funeral era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila.
Conforme as pessoas se iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
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- Quem será que estava a atrapalhar o meu progresso? – Ainda bem que esse infeliz morreu!
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça baixa, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está no caixão”?
No visor do caixão havia um espelho e cada um se via a si mesmo…
Só existe uma pessoa capaz de limitar teu crescimento: TU MESMO!
Tu és a única pessoa que pode fazer a revolução da tua vida.
Tu és a única pessoa que pode prejudicar a tua vida.
Tu és a única pessoa que pode ajudar a ti mesmo.

“A Tua vida não muda quando o chefe muda, quando mudas de empresa, quando o teu marido ou esposa muda. A tua vida muda, quando tu mudas! Tu és o único responsável por ela! “
Fonte : Inspirado no Livro “ Quem matou a Mudança” de Ken Blanchard

quinta-feira, 10 de abril de 2014

10 Powerful Body Language Tips




sexta-feira, 4 de abril de 2014

A Revolta da Madeira 1931




O descontentamento face ao novo regime cerealífero imposto pela ditadura de Salazar, a falência das casas bancárias de Henrique Figueira da Silva e Sardinha, o desemprego e a crise económica originaram, no início da década de 30, um clima propício à revolta popular que acabou por deflagrar nos primeiros dias de Abril de 1931.

De 4 de Abril a 2 de maio de 1931, o movimento revolucionário colocou a Madeira na ribalta da política portuguesa e fez despertar as atenções da Europa sobre a ilha. Da periferia atlântica, o governo da ditadura era duramente contestado.

Nesse espaço de tempo, o Comando Militar da Madeira tomou algumas decisões que correspondiam às aspirações dos madeirenses, nomeadamente sobre as Casas Bancárias em situação de falência, o desassoreamento do cais do Funchal e a indústria de bordados.

A superioridade das forças governamentais face às precárias condições de resistência dos conspiradores, bem como a convicção conscienciosa da necessidade de evitar um inútil banho de sangue, ditaram fatalmente a rendição. A esta não deve ser alheia a posição do governo britânico, ainda não devidamente estudada, mas que tudo indicia como favorável a Lisboa.

Para os madeirenses, que vibraram com promessas de liberdade e resolução de questões graves e antigas, a capitulação decidida pelo general Sousa dias e o coronel Fernando Freiria foi desilusão e simultaneamente fim de um sonho ou pesadelo.


Nelson Veríssimo, in A Revolta da Madeira: 1931, de Maria Elisa de França Brazão e Maria Manuela Abreu, DRAC, Funchal, 2008
As imagens que se seguem foram publicadas no livro referido anteriormente.



A Revolta da Madeira 1931 - 9 de abril

A Revolta da Madeira 1931 - Albino Marques Barcelos

A Revolta da Madeira 1931 - Assalto popular à Companhia Insular de Moinhos


A Revolta da Madeira 1931 - Assalto Revolta do Pão

A Revolta da Madeira 1931 - Aviões das tropas legistas sobrevoando o Funchal


A Revolta da Madeira 1931 - Bispo do Funchal

A Revolta da Madeira 1931 - Bombardeamentos

A Revolta da Madeira 1931 - Material e bombas explosivas dos revoltosos


A Revolta da Madeira 1931 - Camões e Pelico

A Revolta da Madeira 1931 - Canhão

A Revolta da Madeira 1931 - Canhão São Lourenço

A Revolta da Madeira 1931 - Carvalho de Araújo no Porto do Funchal

A Revolta da Madeira 1931 - Comício no Funchal de apoio à revolta

A Revolta da Madeira 1931 - Consulado Britânico 


A Revolta da Madeira 1931 - Destroços na ribeira

A Revolta da Madeira 1931 - Os "18 diabos de Machico"

A Revolta da Madeira 1931 - Esquadra concentrada no porto do Funchal depois do fim da revolta

A Revolta da Madeira 1931 - Funeral da primeira vítima da revolta

A Revolta da Madeira 1931 - Hidroaviões

A Revolta da Madeira 1931 - Ibo e Bingo na baía de Machico

A Revolta da Madeira 1931 - Jovens da Cruz Vermelha

A Revolta da Madeira 1931 - Militares revoltosos

A Revolta da Madeira 1931 - Militares revoltosos

A Revolta da Madeira 1931 - Militares revoltosos

A Revolta da Madeira 1931 - Moagens, Largo do Pelourinho

A Revolta da Madeira 1931 - Movimentação popular na Fábrica de São Filipe

A Revolta da Madeira 1931 - Movimentação popular na Revolta das Farinhas

A Revolta da Madeira 1931 - Movimentação popular




Fonte: A Revolta da Madeira: 1931, de Maria Elisa de França Brazão e Maria Manuela Abreu, DRAC, Funchal, 2008
A Revolta da Madeira 1931 - São Lourenço

A Revolta da Madeira 1931 - Pedro Gomes


A Revolta da Madeira 1931 - Navio Pero de Alenquer na Pontinha

A Revolta da Madeira 1931 - Navios no fim da revolta

A Revolta da Madeira 1931 - Primeiros feridos recolhidos no Hospital do Funchal

A Revolta da Madeira 1931 - Revoltosos

A Revolta da Madeira 1931 - Revoltosos


 A Revolta da Madeira 1931 - Silva Leal

A Revolta da Madeira 1931 - Tropas marchando desde Machico

A Revolta da Madeira 1931 - Tropas na pacificação da Revolta da Farinha

A Revolta da Madeira 1931 - Tropas revolucionárias no Palácio de São Lourenço

A Revolta da Madeira 1931 - Tropas na cidade


A Revolta da Madeira 1931 - Tropas revolucionárias na Avenida Arriaga





quarta-feira, 2 de abril de 2014

A origem do dia das Petas (Dia da Mentira / Poisson d'Avril / April Fool’s)

O Papa Gregório XIII e o Primeiro de Janeiro

Foi graças ao Papa Gregório III que o ano civil começou a começar no dia 1 de Janeiro. Em 1582 o Papa reformou o calendário Juliano, instaurando, através da bula "Inter Gravissimas" o calendário Gregoriano, que usamos hoje em dia.

O calendário Juliano tinha originado uma diferença de 10 dias entre o equinócio da Primavera e o dia 21 de Março. Para resolver esse problema a reforma incluiu um salto de 10 dias no calendário: o dia 4 de Outubro de 1582 (Quinta-Feira) foi seguido pelo dia 15 de Outubro (Sexta-Feira).

O início do ano civil passou de dia 1 de Abril, ou últimos dias de Março, para o dia 1 de Janeiro. 

A reforma foi adoptada imediatamente por Portugal, Espanha, Itália e Polónia; e seguidamente por França e os outros países católicos europeus.

Os países protestantes adiaram essa reforma, preferindo "estar em desacordo com o Sol a estar de acordo com o Papa". Os mais apegados à tradição juliana, que continuaram a celebrar a passagem do ano no dia 1 de Abril, foram alvo de chacota e de algumas partidas, e daí surgiu a tradição do Dia das Mentiras (Poisson d'Avril/April Fool’s).

sexta-feira, 28 de março de 2014

Baile de Máscaras - Valete

Dia Mundial do Teatro celebra-se anualmente a 27 de março.
Para comemorar a data partilho esta homenagem:




E tu? Qual é a tua máscara?

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Walking Meetings



If you enjoyed it and you want to know more about the theme, watch this TED talk: http://www.ted.com/talks/nilofer_merchant_got_a_meeting_take_a_walk.html

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Como é difícil a vida de quem esqueceu-se dos óculos



A cinemagrafia, técnica que centraliza em determinado ponto a animação da imagem, foi a maneira encontrada por Jamie Beck e Kevin Burg para um manifesto sobre a importância das lentes corretivas.

Na série de fotos, é possível entender como as pessoas observam o mundo sem a ajuda dos óculos. Nada fácil.